Dados sobre educação domiciliar no mundo

Reconhecida, permitida ou regulamentada em mais de 60 países; 

Presente nos 5 continentes; 

Praticada em países de regimes de governo diversos, democráticos ou não.

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Sinopse de um novo estudo da HSLDA* com adultos que receberam a educação domiciliar, conduzido pelo Dr. Brian D. Ray

Socialização? Sem problemas! Todos os pais que fazem educação domiciliar já ouviram a pergunta: “Ah, você educa seus filhos em casa? E não se preocupa com a socialização do seu filho?” Até a Revista TIME fez a mesma pergunta: “O ensino domiciliar pode resultar em melhores estudantes, mas será que forma melhores cidadãos?” (“Retirando da Escola”, TIME, agosto de 2001.) Os pais que praticam a educação domiciliar sabem a resposta há anos: “Sem problemas aqui!” Mas os críticos demandam provas. Atualmente, a primeira geração de estudantes que passou pela educação domiciliar já “cresceu”, e hoje existem pessoas graduadas pela educação domiciliar em quantidade suficiente para avaliar seu desempenho em seus lares, em seus trabalhos e em suas vidas. Em 2003, a Associação de Defesa Legal da Educação Domiciliar (HSLDA) realizou a maior pesquisa conhecida até hoje sobre adultos que receberam a educação domiciliar. 

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Algumas das principais nações que adotam o ensino domiciliar como modalidade educacional válida:

  • América do Norte: EUA, Canadá;

  • América do Sul: Colômbia, Chile, Equador, Paraguai;

  • Europa: Portugal, França, Itália, Reino Unido, Suíça, Bélgica, Holanda, Áustria, Finlândia, Noruega, Rússia;

  • África: África do Sul;

  • Ásia: Filipinas, Japão;

  • Oceania: Austrália, Nova Zelândia.

Liberdade educacional

Os dez países com mais liberdade educacional: Irlanda, Holanda, Bélgica, Malta, Dinamarca, Reino Unido, Chile, Finlândia, Eslováquia, Espanha;

Os dez países com menos liberdade educacional: Gâmbia, Líbia, Cuba, Arábia Saudita, Afeganistão, Congo, Etiópia, Síria, Mauritânia, Serra Leoa;

O Brasil ocupa a 58ª posição no Ranking de Liberdade Educacional da Oidel* entre o Qatar e o Cambodja.

Resumo executivo da educação domiciliar no mundo (Dr. Brian Ray)*

Uma ampla diversidade de famílias e crianças está envolvida em Educação Domiciliar ao redor do mundo. Trinta e cinco anos de pesquisa mostram que os educados em casa estão se saindo tão bem, e geralmente melhor, do que os estudantes em escolas públicas institucionais em termos de desempenho acadêmico, desenvolvimento social e sucesso na vida adulta.

Desempenho social dos educados no lar

Os adolescentes educados em casa têm menor probabilidade de consumir álcool e, se o fizerem, têm menor probabilidade de ficarem embriagados do que seus equivalentes das escolas públicas e privadas;

Estudantes educados no lar receberam pontuações de comportamento problemático significativamente mais baixas do que seus companheiros de mesma idade do programa tradicional;

Estudantes com maior exposição à educação domiciliar em relação à educação pública tendem a ser mais tolerantes em política;

Estudantes instruídos no lar se envolvem mais em atividades cívicas e serviço voluntário à comunidade em comparação com os estudantes da educação pública.

Características demográficas dos homeschoolers

Muitos estudos mostram que a comunidade de educação domiciliar é diversificada de várias maneiras. Está claro que os pais que se identificam como liberais, progressistas, conservadores e libertários estão todos envolvidos na educação escolar em casa. Vários estudos indicam que a educação domiciliar é comum entre os agnósticos, ateus, cristãos, judeus, mórmons, adeptos da Nova Era e católicos romanos. Pesquisas na Internet revelam rapidamente muitos grupos de apoio, organizações e publicações de ensino domiciliar que atraem cada um desses grupos filosóficos, religiosos e políticos.

Desempenho acadêmico dos educados no lar

Em média, os alunos do ensino domiciliar têm 15 a 30 pontos percentuais a mais que os alunos das escolas públicas.